A melhor maquininha de cartão para MEI em 2026 é a que cobra menos no tipo de venda que você mais faz, com a tabela de taxas publicada depois da promoção. Na consulta de 6 de outubro de 2026, InfinitePay e SumUp publicavam taxas padrão completas; Ton, Mercado Pago e PagBank anunciavam taxas baixas de entrada, mas sem a tabela permanente na página.
Este comparativo usa só números publicados nos sites oficiais, com data de consulta. Onde a página não abriu ou não mostrou a taxa, não tem número.
Um aviso antes: o Stoqui não é maquininha. O Stoqui é um app de vendas, estoque e catálogo que registra a venda feita na sua maquininha, qualquer que seja ela.
Pontos-chave
- Os cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões no Brasil em 2025, alta de 10,1% sobre 2024, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).
- O Pix respondeu por 54,7% das transações de pagamento no segundo semestre de 2025, contra 30,4% dos cartões, segundo as Estatísticas de Pagamentos de Varejo do Banco Central.
- Na InfinitePay, para quem fatura até R$ 20 mil por mês e recebe em 1 dia útil, o débito custa 1,37%, o crédito à vista 3,15% e o crédito em 12x 12,40% (Visa e Mastercard, consulta em 06/10/2026).
- Na SumUp, o débito custa 0,99% e o crédito à vista 3,49%, com Pix a 0% (consulta em 06/10/2026).
- Ton (0,57%), PagBank (0,58%) e Mercado Pago (0,74%) anunciam débito e crédito à vista baixos, mas Ton e Mercado Pago limitam a oferta a 30 dias ou R$ 5 mil em vendas.
- A Lei 13.455/2017 autoriza o MEI a cobrar preços diferentes conforme a forma de pagamento, desde que o desconto fique visível ao cliente.
- O MEI, em regra, não paga tarifa para receber Pix, segundo as regras do Banco Central explicadas pelo Sebrae.
O que é uma maquininha de cartão e como ela cobra o MEI?
Maquininha de cartão é o terminal que lê o cartão do cliente (chip, tarja ou aproximação) e transmite a venda para uma credenciadora, a empresa que repassa o dinheiro para a conta do lojista. Para o MEI, a maquininha é o jeito de aceitar débito, crédito e, em vários modelos, Pix por QR Code no balcão, na feira ou na entrega.
A maquininha cobra o MEI de duas formas. A primeira é o preço do aparelho: hoje as principais marcas vendem a maquininha em vez de alugar. A segunda, e a que mais pesa, é a taxa por venda, um percentual descontado de cada transação.
O que é a taxa por transação (MDR)?
A taxa por transação, chamada no mercado de MDR (Merchant Discount Rate), é o percentual que a credenciadora desconta do valor de cada venda no cartão. Se o cliente paga R$ 100 no crédito à vista com taxa de 3,15%, o MEI recebe R$ 96,85. A taxa muda conforme a forma de pagamento: débito costuma ser a mais barata, crédito à vista fica no meio e crédito parcelado é a mais cara.
A bandeira do cartão também altera a conta. Na InfinitePay, por exemplo, o débito com Visa e Mastercard custa 1,37% na faixa inicial, enquanto com Elo e Amex custa 2,58%, segundo a tabela publicada pela empresa em 06/10/2026.
O que é prazo de recebimento e por que ele muda a taxa?
O prazo de recebimento é o tempo entre a venda e o dinheiro cair na conta do MEI. Quanto mais rápido o dinheiro cai, mais cara costuma ser a taxa, porque a credenciadora adianta um valor que o banco do cliente só paga depois.
A InfinitePay mostra essa diferença na própria tabela: no plano em 1 dia útil, o crédito à vista custa 3,15%; no plano Nitro, com recebimento na hora, custa 5,40%. O PagBank informa recebimento em até 1 hora na Conta PagBank para vendas com chip e senha ou aproximação, após análise de segurança, e em 7 dias nas demais formas.
Por que a taxa da maquininha pesa tanto no caixa do MEI?
A taxa da maquininha pesa porque o cartão ainda é o meio de pagamento de maior valor no varejo. Segundo a Abecs, os cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões em 2025, com o crédito em R$ 3,1 trilhões, alta de 14,5%. Toda venda no crédito parcelado, que custa mais caro ao lojista, sai direto da margem do MEI.
| Indicador | Número | Período | Fonte |
|---|---|---|---|
| Valor movimentado com cartões | R$ 4,5 trilhões (+10,1%) | 2025 | Abecs |
| Cartão de crédito | R$ 3,1 trilhões (+14,5%) | 2025 | Abecs |
| Cartão de débito | R$ 1 trilhão (+0,2%) | 2025 | Abecs |
| Pagamentos por aproximação | R$ 883 bilhões (+37,1%) | 1º semestre de 2025 | Abecs |
| Participação do Pix nas transações | 54,7% | 2º semestre de 2025 | Banco Central |
| Participação dos cartões nas transações | 30,4% | 2º semestre de 2025 | Banco Central |
| Recorde diário de Pix | 318,07 milhões de transações | 4 de setembro de 2026 | Banco Central |
Fonte: Abecs (balanços de 2025, via Estadão Conteúdo) e Banco Central (Estatísticas de Pagamentos de Varejo e SPI, via Lets Money), 2025 e 2026.
Dois números dessa tabela importam para a escolha da maquininha. O primeiro é a aproximação: R$ 883 bilhões só no primeiro semestre de 2025, alta de 37,1%, segundo a Abecs, o que torna obrigatório que a maquininha do MEI aceite pagamento por aproximação (NFC). O segundo é o parcelado: no mesmo semestre, 41,2% do valor no crédito foi parcelado sem juros, e é exatamente no parcelado que as taxas sobem mais.
Giancarlo Greco, presidente da Abecs, chamou o desempenho de 2025 de impressionante e observou uma mudança no calendário de consumo: "Houve uma diluição na concentração dos gastos no quarto trimestre". Para o MEI, a leitura é simples: o cartão vende o ano inteiro, e a taxa pesa o ano inteiro.
Quais são as taxas das maquininhas para MEI em 2026?
As taxas das maquininhas para MEI em 2026 variam de 0,57% a 3,49% no crédito à vista entre as ofertas publicadas, mas os números mais baixos são promocionais. A tabela abaixo reúne apenas o que cada empresa mostrava na página oficial em 6 de outubro de 2026, com a condição informada pela própria empresa.
| Maquininha | Débito | Crédito à vista | Crédito 12x | Condição publicada |
|---|---|---|---|---|
| InfinitePay | 1,37% | 3,15% | 12,40% | Até R$ 20 mil/mês, recebimento em 1 dia útil, Visa e Mastercard |
| InfinitePay | 0,75% | 2,69% | 8,99% | Acima de R$ 80 mil/mês, recebimento em 1 dia útil |
| SumUp | 0,99% | 3,49% | Não divulgado na página | Taxa padrão; Pix 0% |
| Ton | 0,57% | 0,57% | 7,97% | Promoção de 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas |
| Mercado Pago (Point Mini) | 0,74% | 0,74% | 8,99% | Promoção de 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas |
| PagBank (Moderninha Plus 2) | 0,58% | 0,58% | 7,98% | Taxa em destaque; página não informa vigência nem faixa |
Fonte: páginas oficiais de InfinitePay, SumUp, Ton, Mercado Pago e PagBank, consultadas em 06/10/2026.
Quais maquininhas publicam a taxa permanente?
InfinitePay e SumUp publicam a taxa permanente. A InfinitePay mostra quatro faixas de faturamento mensal: até R$ 20 mil, de R$ 20 mil a R$ 40 mil, de R$ 40 mil a R$ 80 mil e acima de R$ 80 mil. Na segunda faixa, o débito cai para 0,85% e o crédito à vista para 2,89%; na terceira, para 0,79% e 2,79%. A SumUp publica débito a 0,99% e crédito à vista a 3,49%, sem faixas.
Quais maquininhas mostram só a taxa de entrada?
Ton e Mercado Pago mostram a taxa de entrada e avisam que, depois, ela varia conforme as vendas do mês. A Ton anuncia 0,57% no débito e no crédito à vista e 7,97% em 12x por 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas, e a página de planos orienta: "Consulte suas taxas no seu App". O Mercado Pago anuncia 0,74% e 8,99% em 12x nas mesmas condições, para quem nunca usou o Mercado Pago ou não vende há 12 meses com Point.
O PagBank mostra 0,58% no débito e no crédito à vista e 7,98% em 12x na página da Moderninha Plus 2. O Pix aparece com 0% nos 30 primeiros dias e 0,99% depois da promoção. A página consultada não informou por quanto tempo nem para qual faturamento valem as taxas de cartão.
E Stone e Cielo?
Stone e Cielo ficaram sem número aqui: a home da Stone não publica taxas, e a página de maquininhas da Cielo não abriu na consulta. Para as duas, peça a proposta por escrito.
Quanto custa comprar a maquininha?
O preço do aparelho é pago uma vez e pesa menos que a taxa ao longo do ano, mas conta no primeiro mês. Os valores publicados em 06/10/2026 foram estes:
- InfinitePay: R$ 199 no Pix ou 12x de R$ 16,58 pela primeira unidade.
- PagBank Moderninha Plus 2: R$ 59,88 à vista ou 12x de R$ 4,99 (preço original de 12x de R$ 28,90).
- PagBank Minizinha NFC 2: R$ 16,68 à vista; Minizinha Chip 3: R$ 47,88; Moderninha Smart 2: R$ 196,08.
- SumUp Top: a partir de 12x de R$ 3,90; SumUp Solo: a partir de 12x de R$ 4,90.
- Ton e Mercado Pago: o preço do aparelho não apareceu de forma legível nas páginas consultadas.
Quanto você paga de taxa numa venda de R$ 100?
Numa venda de R$ 100 no crédito à vista, o MEI recebe R$ 96,85 na InfinitePay (faixa inicial) e R$ 96,51 na SumUp, pelas taxas padrão publicadas. No débito, a SumUp sai mais barata: R$ 99,01 contra R$ 98,63. No Pix, as duas não cobram nada.
| Forma de pagamento | InfinitePay (até R$ 20 mil/mês, 1 dia útil) | SumUp (taxa padrão) | Diferença por venda |
|---|---|---|---|
| Pix | Recebe R$ 100,00 | Recebe R$ 100,00 | R$ 0,00 |
| Débito | Recebe R$ 98,63 (1,37%) | Recebe R$ 99,01 (0,99%) | R$ 0,38 a favor da SumUp |
| Crédito à vista | Recebe R$ 96,85 (3,15%) | Recebe R$ 96,51 (3,49%) | R$ 0,34 a favor da InfinitePay |
| Crédito 12x | Recebe R$ 87,60 (12,40%) | Taxa não divulgada na página | Não comparável |
Fonte: elaboração própria com base nas taxas publicadas por InfinitePay e SumUp, consultadas em 06/10/2026.
A diferença parece pequena por venda, mas cresce no mês. Um MEI que vende R$ 5 mil por mês só no crédito à vista paga R$ 157,50 de taxa na InfinitePay (3,15%) e R$ 174,50 na SumUp (3,49%). Se a maior parte das vendas for no débito, a conta se inverte: em R$ 5 mil de débito, são R$ 68,50 na InfinitePay (1,37%) e R$ 49,50 na SumUp (0,99%).
Vale mais a pena receber no Pix ou no cartão?
Para o MEI, receber no Pix costuma valer mais a pena, porque o dinheiro cai na hora e, em regra, sem tarifa. Segundo as regras do Banco Central explicadas pelo Sebrae, "assim como as pessoas físicas, os Microempreendedores Individuais (MEI) e Empresários Individuais (EI), em regra, não são cobrados". O banco pode cobrar o MEI que recebe Pix com fins comerciais acima de 30 recebimentos por mês ou por QR Code dinâmico, conforme o contrato.
O cartão continua indispensável porque é o meio de quem quer parcelar. Segundo o Banco Central, o Pix fez 42,9 bilhões de transações no segundo semestre de 2025, alta de 24,3%, com valor médio de R$ 456. Já o crédito cresceu 14,5% em valor em 2025, segundo a Abecs.
A estratégia que funciona para o MEI é oferecer as duas formas e deixar claro qual sai mais barata. Se a maquininha cobra Pix (no PagBank, 0,99% depois da promoção, segundo a página da Moderninha Plus 2), vale mostrar a chave Pix da conta do MEI no balcão. Para aprofundar, veja como usar o Pix para lojistas e vender mais com Pix.
O que a Lei 13.455/2017 permite ao MEI?
A Lei 13.455/2017 permite que o MEI cobre preços diferentes conforme a forma de pagamento. O artigo 1º diz: "Fica autorizada a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado." Na prática, o MEI pode dar desconto no Pix e no dinheiro, ou cobrar mais no crédito parcelado.
A mesma lei proíbe que a credenciadora impeça esse desconto. O parágrafo único do artigo 1º declara nula a cláusula de contrato de pagamento que "proíba ou restrinja a diferenciação de preços". Nenhuma maquininha pode exigir que o MEI cobre o mesmo preço no Pix e no crédito.
A obrigação do MEI é a transparência. O artigo 2º acrescentou o artigo 5º-A à Lei 10.962/2004: "O fornecedor deve informar, em local e formato visíveis ao consumidor, eventuais descontos oferecidos em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado." Quem descumpre fica sujeito às sanções do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).
Como escolher a melhor maquininha para MEI, passo a passo?
Escolher a melhor maquininha para MEI começa pelas suas próprias vendas, não pela propaganda. Segundo pesquisa do Sebrae de 2021, com 3.520 entrevistas, 76% dos pequenos negócios escolheram a maquininha pela menor taxa, e 81% apontaram o crédito como o meio de pagamento de maior custo. Siga a ordem abaixo.
- Levante como seus clientes pagam. Separe as vendas do último mês em Pix, dinheiro, débito, crédito à vista e crédito parcelado.
- Calcule seu faturamento mensal no cartão. Faixas como as da InfinitePay (até R$ 20 mil, R$ 20 mil a R$ 40 mil e assim por diante) mudam a taxa. Saber o seu volume evita pagar a taxa de uma faixa que não é a sua.
- Compare a taxa permanente, não a promocional. Ofertas de 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas acabam rápido. Peça a tabela que vale depois da promoção, por escrito ou no app, antes de comprar o aparelho.
- Defina o prazo de recebimento de que você precisa. Se você repõe estoque toda semana, receber em 1 dia útil pode bastar. Receber na hora custa mais: na InfinitePay, o crédito à vista vai de 3,15% para 5,40%.
- Confira as bandeiras e a aproximação. A taxa de Elo e Amex pode ser maior que a de Visa e Mastercard. Exija pagamento por aproximação, que movimentou R$ 883 bilhões no primeiro semestre de 2025, segundo a Abecs.
- Simule um mês inteiro com seus números. Multiplique o valor de cada forma de pagamento pela taxa de cada maquininha e some. A mais barata no seu mix de vendas é a melhor para você, mesmo que não seja a mais barata no anúncio.
- Organize o registro das vendas desde o primeiro dia. A maquininha mostra o que entrou no cartão, mas não mostra o Pix na chave, o dinheiro e o fiado. Use um sistema que junte todas as formas de pagamento e baixe o estoque a cada venda.
A conta bancária onde o dinheiro cai também entra na escolha, porque várias maquininhas pagam na conta digital da própria empresa. Compare as opções no nosso guia de bancos digitais para MEI em 2026.
Quais erros o MEI comete ao escolher maquininha?
O erro mais comum do MEI é escolher a maquininha pela taxa do anúncio e descobrir a taxa real só na primeira fatura. Segundo o Sebrae, 41% dos pequenos negócios já tinham mais de uma maquininha em 2021, contra 27% em 2016, muitas vezes por insatisfação com a primeira. Veja os erros que mais custam:
- Comparar taxa promocional com taxa permanente: a oferta de 0,57% da Ton vale por 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas; depois, a taxa muda, e o MEI que não conferiu paga mais do que planejou.
- Ignorar o parcelado: o MEI olha só o crédito à vista, mas vende em 12x; na InfinitePay, a taxa de 12x na faixa inicial é de 12,40%, quase quatro vezes a do crédito à vista.
- Escolher recebimento na hora sem precisar: o recebimento imediato encarece a taxa e corrói a margem de quem poderia esperar 1 dia útil.
- Não registrar a bandeira: vendas em Elo e Amex podem ter taxa maior, e o MEI que não acompanha não entende por que recebeu menos.
- Esconder o desconto no Pix: a Lei 13.455/2017 exige que o desconto por forma de pagamento fique visível; desconto só falado no balcão deixa o MEI exposto às sanções do Código de Defesa do Consumidor.
- Deixar a venda só no extrato da maquininha: sem registro próprio, o MEI não sabe o lucro por produto, perde o controle do estoque e mistura cartão, Pix e fiado.
Carlos Melles, então presidente do Sebrae, resumiu o movimento ao divulgar a pesquisa de 2021: "Os empreendedores sabem que precisam se adequar às exigências dos consumidores e acompanhar as tendências de mercado."
Como o Stoqui ajuda quem usa maquininha?
O Stoqui não é maquininha, não processa cartão e não cobra taxa sobre a venda presencial. O Stoqui é o app onde o MEI registra a venda feita em qualquer maquininha, com estoque e financeiro no mesmo lugar. Segundo a página do recurso, o PDV do Stoqui "registra a venda e você escolhe como recebeu": se você já tem maquininha, "é só passar o cartão nela e registrar a venda como cartão no Stoqui".
O PDV para venda presencial do Stoqui funciona no balcão, na feira ou na entrega. Você monta a venda, escolhe a forma de pagamento (dinheiro com troco calculado, Pix, crédito, débito, fiado ou parcelado) e o estoque baixa na hora. Segundo o Stoqui, é "o mesmo estoque para todos os canais, atualizado na mesma hora", somando loja física, catálogo e WhatsApp.
Os planos do PDV, segundo a página do recurso, são estes:
- Grátis: sem mensalidade, até 10 vendas no PDV.
- Lite: R$ 39 por mês, até 100 vendas no PDV.
- Pro: R$ 59 por mês, vendas ilimitadas, leitor de código de barras pela câmera do celular ou leitor USB e recibo em impressora térmica, PDF ou WhatsApp.
Na venda online, o catálogo do Stoqui recebe Pix, cartão em até 12x, boleto e Pix parcelado por intermediadores como Mercado Pago, Asaas e Pagaleve. O Stoqui não cobra comissão sobre as vendas; segundo a empresa, as taxas de Pix, cartão ou boleto são cobradas pelo meio de pagamento. Mais de 40 mil lojistas usam o Stoqui, segundo a empresa.
Perguntas frequentes sobre maquininha de cartão para MEI
MEI precisa ter maquininha de cartão?
Não, a maquininha não é obrigatória para o MEI. Mas os cartões movimentaram R$ 4,5 trilhões em 2025, segundo a Abecs, e o cliente que quer parcelar só compra com cartão. Para quem vende no balcão, aceitar cartão evita perder venda.
Qual a maquininha com menor taxa para MEI?
Depende do seu mix de vendas. Pelas taxas padrão publicadas em 06/10/2026, a SumUp cobra menos no débito (0,99%) e a InfinitePay cobra menos no crédito à vista (3,15% na faixa inicial). Ofertas menores, como 0,57% da Ton, são promocionais.
Taxa promocional de maquininha vale para sempre?
Não. Ton e Mercado Pago limitam as taxas de entrada a 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas, segundo as páginas oficiais. Depois, a taxa varia conforme as vendas do mês. Peça a tabela permanente antes de comprar o aparelho.
Quanto custa uma maquininha de cartão?
Os preços publicados em 06/10/2026 vão de R$ 16,68 (PagBank Minizinha NFC 2) a R$ 199 no Pix (InfinitePay). A Moderninha Plus 2 sai por R$ 59,88 à vista, e a SumUp Top a partir de 12x de R$ 3,90.
Maquininha cobra aluguel?
As maquininhas comparadas aqui são vendidas, não alugadas: InfinitePay, PagBank, SumUp, Ton e Mercado Pago anunciam preço de compra. O PagBank destaca "sem aluguel" na Moderninha Plus 2. A Stone fala em isenção de aluguel conforme as vendas.
Por que a taxa do parcelado é tão maior?
Porque a credenciadora adianta ao MEI um dinheiro que o banco do cliente paga em parcelas. Na InfinitePay, faixa inicial, o crédito à vista custa 3,15% e o 12x custa 12,40%. Calcule a margem antes de oferecer parcelamento sem juros.
Receber na hora é mais caro?
Sim, em geral. Na InfinitePay, o crédito à vista custa 3,15% com recebimento em 1 dia útil e 5,40% no plano Nitro, com recebimento na hora. Se o MEI consegue esperar 1 dia útil, a economia aparece em toda venda.
A taxa muda conforme a bandeira do cartão?
Sim. Na InfinitePay, faixa inicial, o débito com Visa e Mastercard custa 1,37%, enquanto com Elo e Amex custa 2,58%. O crédito à vista vai de 3,15% para 4,91%. Acompanhe a bandeira das vendas para entender o valor recebido.
Posso dar desconto para quem paga no Pix?
Sim. A Lei 13.455/2017 autoriza preços diferentes conforme o instrumento de pagamento e anula cláusulas de maquininha que proíbam isso. O desconto precisa ficar informado em local e formato visíveis ao consumidor, como manda o artigo 5º-A da Lei 10.962/2004.
Posso cobrar mais caro no cartão de crédito?
Sim, a Lei 13.455/2017 autoriza diferenciar o preço conforme o prazo ou o instrumento de pagamento. A regra de transparência vale para os descontos: informe de forma visível o preço do Pix, do débito e do crédito, para o cliente decidir antes de pagar.
MEI paga tarifa para receber Pix?
Em regra, não. Segundo as regras do Banco Central explicadas pelo Sebrae, o MEI não é cobrado no Pix, como a pessoa física. O banco pode tarifar recebimentos com fins comerciais acima de 30 por mês ou por QR Code dinâmico, conforme o contrato.
A maquininha aceita Pix?
Várias aceitam. InfinitePay, SumUp, Ton e Mercado Pago anunciam Pix a 0%; no PagBank, o Pix é 0% nos 30 primeiros dias e 0,99% depois da promoção, segundo a página da Moderninha Plus 2. Receber Pix na chave da conta do MEI também funciona.
Maquininha precisa aceitar aproximação?
Sim, na prática. Os pagamentos por aproximação somaram R$ 883 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 37,1%, segundo a Abecs. Uma maquininha sem NFC obriga o cliente a inserir o cartão e atrasa a fila no balcão.
Vale a pena ter duas maquininhas?
Pode valer para quem vende muito em formas diferentes, usando uma no débito e outra no crédito. Segundo pesquisa do Sebrae de 2021, 41% dos pequenos negócios já tinham mais de uma maquininha. O custo é controlar dois extratos.
Cielo e Stone servem para MEI?
Servem, mas este comparativo não traz número delas. A página de maquininhas da Cielo não abriu na consulta de 06/10/2026, e a Stone não publica taxas na home. A Ton é a marca da Stone voltada a autônomos e micronegócios.
Quando a taxa da maquininha cai?
Na InfinitePay, a taxa cai conforme o faturamento mensal: o crédito à vista passa de 3,15% (até R$ 20 mil) para 2,89%, 2,79% e 2,69% nas faixas seguintes. Ton e Mercado Pago informam que a taxa varia conforme as vendas do mês.
O Stoqui é uma maquininha?
Não. O Stoqui é um app de vendas, estoque e catálogo. O MEI passa o cartão na maquininha que já tem e registra a venda como cartão no PDV do Stoqui, que baixa o estoque e guarda a forma de pagamento.
O PDV do Stoqui integra com a maquininha?
Não diretamente. Segundo a página do recurso, o PDV do Stoqui registra a venda e você escolhe como recebeu: dinheiro, Pix, crédito, débito, fiado ou parcelado. Isso permite usar qualquer maquininha, de qualquer marca, sem trocar de aparelho.
Dá para vender no cartão online sem maquininha?
Sim, com link de pagamento ou checkout de loja virtual. No catálogo do Stoqui, o cliente paga com Pix, cartão em até 12x ou boleto por intermediadores como Mercado Pago e Asaas. Compare as opções no guia de meios de pagamento para loja virtual.
Como saber quanto paguei de taxa no mês?
Some as vendas de cada forma de pagamento e multiplique pela taxa correspondente. Em R$ 5 mil no crédito à vista, a InfinitePay desconta R$ 157,50 (3,15%). Confira o extrato da maquininha contra as vendas registradas no seu sistema.
Conclusão
A melhor maquininha de cartão para MEI em 2026 é a que cobra menos no seu mix de vendas depois que a promoção acaba. Pelas tabelas oficiais consultadas em 06/10/2026, a SumUp vence no débito, a InfinitePay vence no crédito à vista e as ofertas de 0,57% a 0,74% valem por pouco tempo. Ofereça Pix com desconto visível, como permite a Lei 13.455/2017.
A maquininha recebe; o controle da venda é com você. Registre cada venda no PDV do Stoqui, com Pix, cartão e fiado no mesmo lugar e estoque atualizado na hora. Comece grátis.
Referências
BRASIL. Lei nº 13.455, de 26 de junho de 2017. Dispõe sobre a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado, e altera a Lei nº 10.962, de 11 de outubro de 2004. Brasília: Presidência da República, 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13455.htm. Acesso em: 6 out. 2026.
INFINITEPAY. Taxas. InfinitePay, 2026. Disponível em: https://www.infinitepay.io/taxas. Acesso em: 6 out. 2026.
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MERCADO PAGO. Point Mini. Mercado Pago, 2026. Disponível em: https://www.mercadopago.com.br/ferramentas-para-vender/maquininhas-point/point-mini. Acesso em: 6 out. 2026.
MUNDO RH. Uso das maquininhas de cartão já é realidade para 56% dos donos de pequenos negócios. Mundo RH, 24 jun. 2021. Disponível em: https://mundorh.com.br/uso-das-maquininhas-de-cartao-ja-e-realidade-para-56-dos-donos-de-pequenos-negocios. Acesso em: 6 out. 2026.
PAGBANK. Maquininha de cartão: Moderninha Plus 2. PagBank, 2026. Disponível em: https://pagbank.com.br/maquininha. Acesso em: 6 out. 2026.
PEREIRA, Gabriel. Pix responde por 54,7% das transações no Brasil no segundo semestre de 2025, aponta Banco Central. Lets Money, 8 abr. 2026. Disponível em: https://www.letsmoney.com.br/noticias/pix-547-transacoes-brasil-segundo-semestre-2025-banco-central. Acesso em: 6 out. 2026.
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PESTANA, Júlia. Abecs: pagamentos com cartões movimentam R$ 2,2 trilhões no 1º semestre. CNN Brasil (Estadão Conteúdo), 20 ago. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/abecs-pagamentos-com-cartoes-movimentam-r-22-trilhoes-no-1o-semestre/. Acesso em: 6 out. 2026.
SEBRAE. Saiba quando seu pequeno negócio pode ser tarifado ao usar o Pix. Agência Sebrae. Disponível em: https://agenciasebrae.com.br/dados/saiba-quando-seu-pequeno-negocio-pode-ser-tarifado-ao-usar-o-pix. Acesso em: 6 out. 2026.
STONE. Stone: maquininha de cartão e conta para empresas. Stone, 2026. Disponível em: https://www.stone.com.br/. Acesso em: 6 out. 2026.
STOQUI. Venda presencial (PDV). Stoqui, 2026. Disponível em: https://www.stoqui.com.br/recursos/venda-presencial-pdv. Acesso em: 6 out. 2026.
SUMUP. Maquininhas de cartão. SumUp, 2026. Disponível em: https://www.sumup.com/pt-br/maquininhas/. Acesso em: 6 out. 2026.
TON. Maquininhas. Ton, 2026. Disponível em: https://www.ton.com.br/maquininhas. Acesso em: 6 out. 2026.
Este guia foi produzido pela equipe do Stoqui, que atende mais de 40 mil lojistas no Brasil. Os dados vêm de fontes públicas listadas nas referências, consultadas em outubro de 2026. Os números do Stoqui são declarações da empresa. Preços, regras e funcionalidades podem ter sido atualizados desde a publicação.



