Vendas pelo WhatsApp e Redes Sociais no Brasil: Estatísticas e Dados de 2026

Vendas pelo WhatsApp e Redes Sociais no Brasil: Estatísticas e Dados de 2026

Leonardo Haddad|

O WhatsApp é o principal canal de venda digital dos pequenos negócios brasileiros em 2026: 82% usam o aplicativo para vender, segundo o Pulso dos Pequenos Negócios do Sebrae (mais de 8.200 empreendedores, fevereiro e março de 2026). O Instagram vem em segundo, com 57%. Do lado de quem compra, 73% fizeram ao menos uma compra pelo WhatsApp no último mês, segundo a CNDL e o SPC Brasil.

Aqui estão os números mais recentes, cada um com fonte, data da coleta e amostra, para você citar com segurança.

Pontos-chave

  • O WhatsApp é usado para vender por 82% dos pequenos negócios, contra 81% em 2024, segundo o Pulso dos Pequenos Negócios do Sebrae, 12ª edição, com mais de 8.200 empreendedores.
  • O Facebook caiu de 42% (novembro de 2021) para 30% (2026) como canal de venda dos pequenos negócios, e a loja virtual própria caiu de 14% para 10%, segundo o mesmo levantamento do Sebrae.
  • O Brasil tem 150 milhões de identidades em redes sociais, 70,4% da população, segundo o relatório Digital 2026: Brazil, do DataReportal, com dados de outubro de 2025.
  • 65% dos usuários de internet acessam a rede exclusivamente pelo celular, segundo a TIC Domicílios 2025 do Cetic.br, com 24.535 pessoas entrevistadas.
  • 139 milhões de brasileiros compraram pela internet nos últimos 12 meses, e 73% fizeram ao menos uma compra pelo WhatsApp no último mês, segundo a CNDL e o SPC Brasil (setembro de 2026).
  • O Pix respondeu por 54,7% das transações de pagamento no 2º semestre de 2025, segundo as Estatísticas de Pagamentos de Varejo do Banco Central.
  • O comércio eletrônico deve faturar R$ 259,8 bilhões em 2026, alta de 10,3%, segundo projeção da Abiacom publicada em fevereiro de 2026.

Quantos pequenos negócios vendem pelo WhatsApp e pelas redes sociais em 2026?

82% dos pequenos negócios brasileiros vendem pelo WhatsApp em 2026, segundo a 12ª edição do Pulso dos Pequenos Negócios, pesquisa do Sebrae com mais de 8.200 empreendedores de todo o país, feita em fevereiro e março de 2026 e divulgada em 16 de abril de 2026.

Na edição de 2026, 73% dos entrevistados disseram usar alguma ferramenta on-line para vender, uma faixa que se mantém entre 70% e 75% desde 2021. Entre os MEIs, o índice é de 75%. O levantamento não informa margem de erro.

Canal de venda Pequenos negócios que usam (2026) Comparação histórica Fonte e amostra
WhatsApp 82% 81% em 2024 Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
Instagram 57% não informada Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
Facebook 30% 42% em novembro de 2021 Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
Loja virtual própria 10% 14% em 2021 Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
Mercado Livre 7% não informada Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
OLX 3% não informada Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores
Magalu e Amazon 1% cada não informada Sebrae Pulso, 8.200+ empreendedores

Fonte: Sebrae, Pulso dos Pequenos Negócios, 12ª edição, coleta em fevereiro e março de 2026, publicada em 16 de abril de 2026.

A tabela mostra um WhatsApp maduro, um Facebook que perdeu 12 pontos desde 2021 e marketplaces bem abaixo das redes sociais.

Segundo Rodrigo Soares, presidente do Sebrae, os pequenos negócios "fizeram da necessidade de novos meios de comércio uma oportunidade para aumentar as vendas". O lojista vende onde o cliente já conversa.

Quantos brasileiros usam internet, celular e redes sociais em 2026?

O Brasil tem 185 milhões de usuários de internet, 86,9% da população, segundo o relatório Digital 2026: Brazil, do DataReportal, assinado por Simon Kemp e publicado em 8 de novembro de 2025 com dados de outubro de 2025. O mesmo relatório conta 150 milhões de identidades em redes sociais (70,4% da população) e 217 milhões de conexões móveis, 102% da população de 213 milhões.

A TIC Domicílios 2025, pesquisa oficial do Cetic.br, núcleo do Comitê Gestor da Internet no Brasil, chega a outro número porque usa outra metodologia: 157 milhões de usuários, 85% da população com 10 anos ou mais. A TIC Domicílios entrevistou 24.535 pessoas em 27.177 domicílios, de março a setembro de 2025. A diferença vem do recorte de idade e do método, não de erro.

Os indicadores da TIC Domicílios 2025 que mais importam para quem vende pelo WhatsApp e pelas redes sociais são estes:

  • 92% dos usuários de internet enviaram mensagens instantâneas, o uso que mais aproxima a população do WhatsApp.
  • 81% dos usuários de internet usaram redes sociais.
  • 65% dos usuários acessam a internet exclusivamente pelo celular; nas classes DE o índice chega a 87%, e na área rural, a 83%.
  • 52% dos usuários de internet compraram produtos ou serviços on-line.
  • 75% fizeram pagamentos ou transferências por Pix, e 58% fizeram transações financeiras on-line.

Para o lojista, isso significa vitrine, carrinho e pagamento funcionando inteiros na tela do celular.

Qual rede social alcança mais pessoas no Brasil?

O YouTube e o Instagram lideram o alcance de anúncios no Brasil, com 150 milhões e 147 milhões de pessoas, segundo o DataReportal Digital 2026: Brazil. Alcance de anúncio não é o mesmo que usuário ativo mensal.

Plataforma Alcance de anúncios Percentual da população Data de referência
YouTube 150 milhões 70,4% outubro de 2025
Instagram 147 milhões 69,0% outubro de 2025
TikTok (18+) 131 milhões 80,3% dos adultos outubro de 2025
Facebook 109 milhões 51,3% outubro de 2025
LinkedIn 90 milhões 42,3% outubro de 2025
Messenger 46,9 milhões 22,0% outubro de 2025
Pinterest 42,2 milhões 19,8% outubro de 2025

Fonte: DataReportal (Kepios), Digital 2026: Brazil, Simon Kemp, publicado em 8 de novembro de 2025.

O WhatsApp não aparece na lista porque o DataReportal mede alcance de anúncios, e o aplicativo não tem esse tipo de métrica publicada para o Brasil. O alcance do TikTok, com 131 milhões de adultos, explica por que a plataforma já entra no plano de divulgação de muitos lojistas; o guia de como vender no TikTok mostra como começar.

Como o consumidor brasileiro compra pelo WhatsApp?

73% dos consumidores digitais fizeram ao menos uma compra pelo WhatsApp no último mês, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil com a Offerwise, divulgada em 15 de setembro de 2026. A reportagem que publicou o levantamento não informou amostra, período de coleta nem margem de erro.

A mesma pesquisa da CNDL e do SPC Brasil trouxe outros números sobre o comprador on-line:

  • 139 milhões de brasileiros compraram pela internet nos últimos 12 meses, 20 milhões a mais que no levantamento anterior.
  • A fatia de quem compra todo mês subiu de 54% para 66%.
  • A média de pedidos por mês subiu de 4,6 para 5,1.
  • 54% compraram por redes sociais nos últimos 12 meses.

Para que o brasileiro conversa com empresas no WhatsApp?

79% dos usuários de WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo, segundo a edição mais recente que conseguimos abrir do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria, publicada em março de 2024. A pesquisa ouviu 2.112 internautas brasileiros com smartphone, de 16 anos ou mais, entre 10 e 23 de janeiro de 2024, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box detalha o uso do WhatsApp com empresas:

  • O WhatsApp está instalado em 98% dos smartphones, e 94% dos usuários abrem o aplicativo todo dia ou quase todo dia.
  • Entre quem fala com marcas, 81% usam o WhatsApp para tirar dúvidas e pedir informações, 68% para suporte, 62% para comprar, 51% para receber promoções e 40% para cancelar serviços.
  • Em outros aplicativos, a comunicação com marcas é de 64% no Messenger, 48% no Instagram Direct e 47% no Telegram.
  • 14% cadastraram cartão no WhatsApp, e 11% já fizeram compras com pagamento dentro do aplicativo.
  • 83% já receberam mensagens de vendas sem autorização, e 43% bloqueiam o contato quando isso acontece.

A evolução é clara quando se olha a série histórica. Na edição de julho de 2018 do mesmo Panorama, com 1.984 entrevistados, 63% dos usuários mensais do WhatsApp conversavam com marcas. Em janeiro de 2024, eram 79%. Uma pesquisa da Gupshup divulgada em junho de 2024 reforça a preferência: 51,8% dos brasileiros preferem falar com marcas por aplicativos de mensagem.

O dado de 11% mostra o atrito: a maioria escolhe pelo WhatsApp, mas paga fora dele, por Pix ou link de pagamento.

Quanto movimenta o comércio eletrônico no Brasil em 2025 e 2026?

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 235,5 bilhões em 2025, alta de 15,3% sobre o ano anterior, segundo a Abiacom (Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-Commerce), em balanço publicado em 23 de fevereiro de 2026. Para 2026, a Abiacom projeta R$ 259,8 bilhões.

Indicador 2025 (realizado) 2026 (projeção) Fonte
Faturamento R$ 235,5 bilhões R$ 259,8 bilhões Abiacom, fevereiro de 2026
Crescimento anual 15,3% 10,3% Abiacom, fevereiro de 2026
Pedidos 438,9 milhões 460,87 milhões Abiacom, fevereiro de 2026
Tíquete médio R$ 536,60 R$ 562,15 Abiacom, fevereiro de 2026
Consumidores 94,2 milhões 97,06 milhões Abiacom, fevereiro de 2026

Fonte: Abiacom, balanço do e-commerce 2025 e projeções 2026, divulgado em 23 de fevereiro de 2026.

O perfil do comprador on-line de 2025, segundo a Abiacom, também ajuda o pequeno lojista a calibrar a comunicação: 60% são mulheres, a faixa de 35 a 44 anos responde por 35% dos clientes, a classe C concentra 54% das compras, o Sudeste soma mais de 55% das transações e São Paulo sozinho tem 32%.

Segundo Fernando Mansano, presidente da Abiacom, "A digitalização do consumo é um caminho sem volta". Vale um cuidado de leitura: o número da Abiacom mede o e-commerce em sites e plataformas, e não captura toda venda fechada por conversa no WhatsApp e paga por Pix. A venda conversacional dos pequenos negócios fica, em boa parte, fora das estatísticas oficiais de comércio eletrônico.

Qual o peso do Pix nas vendas pelo WhatsApp e redes sociais?

O Pix respondeu por 54,7% das transações de pagamento no Brasil no 2º semestre de 2025, com 42,9 bilhões de operações, segundo as Estatísticas de Pagamentos de Varejo do Banco Central, divulgadas em abril de 2026. Os cartões de crédito, débito e pré-pago somaram 30,4%.

Para quem vende pelo WhatsApp, o Pix é o pagamento natural. Os números do Banco Central mostram a escala:

  • O total de transações de pagamento no 2º semestre de 2025 foi de 78,4 bilhões, movimentando R$ 68,2 trilhões; o Pix cresceu 24,3% sobre o 2º semestre de 2024, com valor médio de R$ 456.
  • O Pix tinha 178,9 milhões de usuários no fim de novembro de 2025, sendo 162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de pessoas jurídicas, segundo dados do Banco Central publicados pela Finsiders Brasil.
  • O recorde diário foi batido em 4 de setembro de 2026, com 318,07 milhões de transações e R$ 186,89 bilhões, segundo dados do Banco Central divulgados pela Lets Money; o recorde anterior era de 313,3 milhões, em 5 de dezembro de 2025.

O lado do consumidor confirma o lado do sistema: 75% dos usuários de internet fizeram pagamentos ou transferências por Pix, segundo a TIC Domicílios 2025. Se a sua loja ainda não aceita Pix com confirmação rápida, o guia Pix para lojistas mostra como configurar e oferecer desconto à vista de forma correta.

O que os anúncios da Meta mudam para quem vende pelo WhatsApp?

A Meta passou a vender anúncios dentro do WhatsApp em junho de 2025, na aba Atualizações, onde ficam o Status e os Canais. Segundo o Meta Newsroom, em comunicado de 16 de junho de 2025, a aba Atualizações é usada por 1,5 bilhão de pessoas por dia no mundo.

Os anúncios no Status são criados no Gerenciador de Anúncios da Meta. Segundo a página oficial do WhatsApp Business, quando a pessoa toca no anúncio, ela vai direto para uma conversa com a empresa no WhatsApp; o anunciante também pode mandar para um site. A Meta afirma que nunca vende nem compartilha o número de telefone com anunciantes.

Para o pequeno varejo, o formato ainda está em expansão. Segundo Henrique Casagranda, sócio associado e diretor de mídia da Cadastra, em artigo no Jornal do Comércio de 5 de setembro de 2025, o recurso estava "ainda restrito para a maioria dos anunciantes", e os pequenos varejistas "tendem a se beneficiar mais nesse primeiro momento", por terem estoque limitado e atuação local.

O que a lei exige de quem vende pelo WhatsApp e pelas redes sociais?

O Decreto 7.962/2013 vale para venda pelo WhatsApp e pelas redes sociais, porque o artigo 2º alcança sites e "demais meios eletrônicos" usados para oferta ou conclusão de contrato de consumo.

O artigo 2º do Decreto 7.962/2013 exige que o lojista informe nome empresarial e CPF ou CNPJ, endereço físico e eletrônico, características essenciais do produto, despesas adicionais como entrega, condições integrais da oferta e eventuais restrições. O artigo 5º obriga a informar, de forma clara e ostensiva, como o cliente exerce o direito de arrependimento.

O WhatsApp tem regras próprias. A Política de Mensagens do WhatsApp Business permite contatar só quem deu o número e deu permissão (opt-in) para receber mensagens, e proíbe "spam" e mensagens que "surpreendam" as pessoas. O dado do Panorama Mobile Time/Opinion Box, com 83% de usuários que já receberam mensagens de vendas sem autorização, mostra por que a regra existe.

Como usar esses dados para vender mais pelo WhatsApp e pelas redes sociais?

Os dados de 2026 apontam um caminho claro: atrair nas redes sociais, conversar e fechar no WhatsApp, receber por Pix e manter tudo no celular. Este passo a passo transforma as estatísticas em rotina de loja.

  1. Defina o WhatsApp como canal de fechamento. Com 82% dos pequenos negócios vendendo pelo WhatsApp, segundo o Sebrae, o cliente já espera fechar a compra ali. Use o WhatsApp Business, com perfil comercial completo, horário e endereço.
  2. Use o Instagram como vitrine principal. O Instagram é canal de venda de 57% dos pequenos negócios e alcança 147 milhões de pessoas. Publique produto com preço e um link que leve direto para a conversa ou para o catálogo.
  3. Monte um catálogo que abra no celular. Como 65% dos usuários acessam a internet só pelo celular, segundo o Cetic.br, a vitrine precisa abrir por link, sem download. O cliente vê preço, tamanho e estoque antes de perguntar. O catálogo digital do Stoqui abre por link, sem download.
  4. Ofereça Pix com confirmação rápida. O Pix é 54,7% das transações do país, segundo o Banco Central. Deixe a chave ou o QR Code pronto na resposta rápida e informe com clareza qualquer desconto à vista.
  5. Peça permissão antes de mandar oferta. A política do WhatsApp Business exige opt-in, e 43% dos usuários bloqueiam quem manda venda sem autorização. Monte listas só com clientes que pediram novidades.
  6. Automatize o que se repete. Segundo o Sebrae, 59,2% dos pequenos negócios têm a operação digital nas mãos de uma única pessoa. Use mensagens automáticas, respostas rápidas e um carrinho que monte o pedido sozinho, como o checkout pelo WhatsApp do Stoqui.
  7. Meça o canal de origem de cada venda. Anote se o pedido veio do Instagram, do Status, de anúncio ou de indicação. Em três meses, você sabe onde vale investir tempo e dinheiro.

O guia de como vender pelo WhatsApp detalha cada etapa.

Quais erros os dados mostram em quem vende pelo WhatsApp?

O erro mais caro é tratar o WhatsApp como canal de disparo em massa, e os números mostram o custo. Segundo o Panorama Mobile Time/Opinion Box, 83% dos usuários já receberam mensagens de vendas sem autorização, e 43% bloqueiam o contato.

  • Mandar mensagem sem permissão. A consequência é bloqueio do cliente e risco de restrição da conta, porque a política do WhatsApp Business exige opt-in.
  • Fazer tudo sozinho e sem ferramenta. Segundo o Radar Mercado Digital 2026 do Sebrae, com 3.081 empresários, 59,2% dos pequenos negócios têm operação digital de uma pessoa só, e 76,2% entre MEIs. A consequência é demora na resposta e venda perdida.
  • Ignorar o checkout e esconder custos. O Baymard Institute calcula abandono médio de carrinho de 70,22%; 17% desistem por checkout longo e 40% por custos extras, como frete. A consequência é cliente que escolhe, mas não paga. Por isso o Stoqui manda o pedido pronto para a conversa, em vez de um formulário longo.
  • Depender de uma rede só. O Facebook caiu de 42% para 30% como canal de venda em cinco anos, segundo o Sebrae. A consequência de apostar tudo numa plataforma é perder alcance quando o público migra.
  • Omitir dados obrigatórios. O Decreto 7.962/2013 exige CPF ou CNPJ, endereço e condições da oferta. A consequência é exposição a reclamação no Procon e sanções do Código de Defesa do Consumidor.

O ponto de Ivan Tonet, gerente adjunto da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional, resume o problema: "O empreendedor que faz tudo sozinho não dá conta de fazer a operação no digital bem-feita."

Como o Stoqui ajuda quem vende pelo WhatsApp e pelas redes sociais?

O Stoqui é um aplicativo de vendas, estoque e catálogo feito para o lojista que vende pelo WhatsApp e pelas redes sociais, e atende mais de 40 mil lojistas, segundo a empresa. O lojista monta um catálogo digital com link próprio, que funciona na bio do Instagram, no Status e na conversa do WhatsApp.

No checkout pelo WhatsApp do Stoqui, o cliente monta o carrinho e toca no botão verde; o WhatsApp abre com uma mensagem pronta com itens, quantidades, preços e subtotal. O lojista importa o pedido com um toque, pelo link mágico, sem digitar nada.

O plano gratuito do Stoqui inclui 50 produtos e recebimento por Pix, sem comissão sobre as vendas, segundo a empresa. A loja também pode aceitar cartão em até 12 vezes, boleto e Pix parcelado, por intermediadores como Mercado Pago e Asaas.



Perguntas frequentes sobre vendas pelo WhatsApp e redes sociais

Quantos pequenos negócios vendem pelo WhatsApp no Brasil?

82% dos pequenos negócios brasileiros usam o WhatsApp para vender, segundo a 12ª edição do Pulso dos Pequenos Negócios, do Sebrae. A pesquisa ouviu mais de 8.200 empreendedores em fevereiro e março de 2026 e foi divulgada em 16 de abril de 2026.

O uso do WhatsApp para vender está crescendo?

Sim, mas em ritmo de canal maduro. Segundo o Sebrae, o WhatsApp passou de 81% dos pequenos negócios em 2024 para 82% em 2026. A fatia que usa alguma ferramenta on-line para vender se mantém entre 70% e 75% desde 2021, segundo o mesmo levantamento.

Qual rede social mais vende para pequenos negócios?

O Instagram é a rede social mais usada para vender pelos pequenos negócios, com 57%, segundo o Pulso dos Pequenos Negócios 2026 do Sebrae. O Facebook vem atrás, com 30%. O WhatsApp, com 82%, é aplicativo de mensagem e lidera entre todos os canais digitais.

O Facebook ainda vale a pena para vender?

O Facebook perdeu espaço entre os pequenos negócios: caiu de 42% em novembro de 2021 para 30% em 2026, segundo o Sebrae. Ainda assim, alcança 109 milhões de pessoas com anúncios no Brasil, segundo o DataReportal, e segue útil para públicos acima de 35 anos.

Quantos brasileiros estão nas redes sociais em 2026?

O Brasil tem 150 milhões de identidades em redes sociais, 70,4% da população, segundo o DataReportal Digital 2026: Brazil, com dados de outubro de 2025. Na TIC Domicílios 2025, do Cetic.br, 81% dos usuários de internet disseram ter usado redes sociais.

Quantos brasileiros acessam a internet só pelo celular?

65% dos usuários de internet no Brasil acessam a rede exclusivamente pelo celular, segundo o resumo executivo da TIC Domicílios 2025, do Cetic.br. Nas classes DE, o índice é de 87%, e na área rural, de 83%. A pesquisa entrevistou 24.535 pessoas entre março e setembro de 2025.

Quantos consumidores compram pelo WhatsApp?

73% dos consumidores digitais fizeram ao menos uma compra pelo WhatsApp no último mês, segundo pesquisa da CNDL e do SPC Brasil com a Offerwise, divulgada em setembro de 2026. A mesma pesquisa aponta que 54% compraram por redes sociais nos últimos 12 meses.

Quantos brasileiros compram pela internet?

139 milhões de brasileiros compraram pela internet nos últimos 12 meses, segundo a CNDL e o SPC Brasil, em setembro de 2026. A Abiacom, com outra metodologia, contou 94,2 milhões de consumidores ativos no e-commerce em 2025 e projeta 97,06 milhões em 2026.

Quanto fatura o e-commerce brasileiro em 2026?

A Abiacom projeta faturamento de R$ 259,8 bilhões para o comércio eletrônico brasileiro em 2026, alta de 10,3% sobre os R$ 235,5 bilhões de 2025. A projeção prevê 460,87 milhões de pedidos e tíquete médio de R$ 562,15, segundo balanço divulgado em fevereiro de 2026.

Quantas pessoas usam o WhatsApp para falar com empresas?

79% dos usuários de WhatsApp se comunicam com marcas e empresas pelo aplicativo, segundo o Panorama Mobile Time/Opinion Box de março de 2024, com 2.112 entrevistados. Entre eles, 62% usam o WhatsApp para comprar e 81% para tirar dúvidas e pedir informações.

O brasileiro paga compras dentro do WhatsApp?

Ainda pouco. Segundo o Panorama Mobile Time/Opinion Box de março de 2024, 14% dos usuários cadastraram cartão no WhatsApp e 11% fizeram compras com pagamento dentro do aplicativo. A maioria conversa pelo WhatsApp e paga por Pix ou link de pagamento fora dele.

Qual a participação do Pix nos pagamentos?

O Pix respondeu por 54,7% das transações de pagamento do Brasil no 2º semestre de 2025, com 42,9 bilhões de operações, segundo o Banco Central. Os cartões somaram 30,4%. O valor médio de um Pix no período foi de R$ 456.

Quantas pessoas usam o Pix?

O Pix tinha 178,9 milhões de usuários no fim de novembro de 2025, sendo 162,3 milhões de pessoas físicas e 16,6 milhões de empresas, segundo o Banco Central. Na TIC Domicílios 2025, 75% dos usuários de internet disseram ter feito pagamentos ou transferências por Pix.

Qual o recorde de transações Pix em um dia?

O recorde diário do Pix é de 318,07 milhões de transações, registrado em 4 de setembro de 2026, com R$ 186,89 bilhões movimentados, segundo dados do Banco Central. O recorde anterior era de 313,3 milhões de transações, em 5 de dezembro de 2025.

O WhatsApp tem anúncios?

Sim. A Meta anunciou em 16 de junho de 2025 anúncios no Status do WhatsApp, Canais Promovidos e assinaturas de canais, todos na aba Atualizações. Os anúncios são criados no Gerenciador de Anúncios da Meta e podem levar o cliente direto para uma conversa com a empresa.

Quantas pessoas veem a aba Atualizações do WhatsApp?

A aba Atualizações do WhatsApp, onde ficam o Status e os Canais, é usada por 1,5 bilhão de pessoas por dia no mundo, segundo o Meta Newsroom, em comunicado de 16 de junho de 2025. A Meta não divulgou o número específico do Brasil nesse comunicado.

Qual rede tem maior alcance de anúncios no Brasil?

O YouTube lidera, com 150 milhões de pessoas alcançadas por anúncios, seguido pelo Instagram, com 147 milhões, e pelo TikTok, com 131 milhões de adultos, segundo o DataReportal Digital 2026: Brazil. O Facebook alcança 109 milhões. Os dados são de outubro de 2025.

Posso mandar promoção pelo WhatsApp para qualquer contato?

Não. A Política de Mensagens do WhatsApp Business exige que a pessoa tenha dado o número e a permissão (opt-in) para receber mensagens. Segundo o Panorama Mobile Time/Opinion Box, 43% dos usuários bloqueiam quem manda mensagem de venda sem autorização.

Pequenos negócios usam chatbot no WhatsApp?

Sim. Segundo a pesquisa Transformação Digital nos Pequenos Negócios 2025, do Sebrae, divulgada em junho de 2025, 41% dos pequenos negócios usam chatbots de WhatsApp, e 30% usam chatbots de vendas. Assistentes virtuais aparecem em 56% dos negócios pesquisados.

Vender pelo WhatsApp tem as mesmas regras do e-commerce?

Sim. O Decreto 7.962/2013 vale para sites e "demais meios eletrônicos", o que inclui WhatsApp e redes sociais. O lojista precisa informar CPF ou CNPJ, endereço, características do produto, custos de entrega, condições da oferta e como o cliente exerce o direito de arrependimento.

Conclusão

Os dados de 2026 não deixam dúvida: o WhatsApp é o balcão de 82% dos pequenos negócios, segundo o Sebrae, o Instagram é a vitrine de 57%, 73% dos consumidores digitais compraram pelo WhatsApp no último mês, segundo a CNDL, e o Pix já é 54,7% das transações do país, segundo o Banco Central. Quem vende pelo celular, com atendimento rápido, permissão do cliente e pagamento simples, está no centro do comércio brasileiro.

Para transformar conversa em pedido organizado, o catálogo digital do Stoqui tem plano gratuito com Pix e estoque, e checkout pelo WhatsApp a partir do plano Pro, tudo no mesmo link.

Referências

ABC DA COMUNICAÇÃO. Brasileiros querem pagar com WhatsApp, aponta pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. ABC da Comunicação, 17 set. 2018. Disponível em: https://www.abcdacomunicacao.com.br/brasileiros-querem-pagar-com-whatsapp-aponta-pesquisa-panorama-mobile-timeopinion-box/. Acesso em: 6 out. 2026.

BAYMARD INSTITUTE. Cart abandonment rate statistics. Baymard Institute, 2025. Disponível em: https://baymard.com/lists/cart-abandonment-rate. Acesso em: 6 out. 2026.

BRASIL. Decreto nº 7.962, de 15 de março de 2013. Regulamenta a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, para dispor sobre a contratação no comércio eletrônico. Brasília: Presidência da República, 2013. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/CCivil_03/_Ato2011-2014/2013/Decreto/D7962.htm. Acesso em: 6 out. 2026.

CASAGRANDA, Henrique. WhatsApp Ads: visibilidade que nunca sai do ar. Jornal do Comércio, 5 set. 2025. Disponível em: https://www.jornaldocomercio.com/cadernos/empresas-e-negocios/2025/09/1216486-whatsapp-ads-visibilidade-que-nunca-sai-do-ar.html. Acesso em: 6 out. 2026.

CETIC.BR. TIC Domicílios 2025: resumo executivo. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2026. Disponível em: https://www.cetic.br/media/docs/publicacoes/2/pt-br/20260511173151/tic_domicilios_2025_resumoexecutivo%20pt.pdf. Acesso em: 6 out. 2026.

FINSIDERS BRASIL. Pix chega a 178,9 milhões de usuários. Finsiders Brasil, 7 dez. 2025. Disponível em: https://finsidersbrasil.com.br/?p=354478. Acesso em: 6 out. 2026.

KEMP, Simon. Digital 2026: Brazil. DataReportal, 8 nov. 2025. Disponível em: https://datareportal.com/reports/digital-2026-brazil. Acesso em: 6 out. 2026.

META. Helping you find more channels and businesses on WhatsApp. Meta Newsroom, 16 jun. 2025. Disponível em: https://about.fb.com/news/2025/06/helping-you-find-more-channels-businesses-on-whatsapp/. Acesso em: 6 out. 2026.

MOBILE TIME; OPINION BOX. Panorama Mobile Time/Opinion Box: Mensageria no Brasil. Mobile Time, mar. 2024. Disponível em: https://static.poder360.com.br/2024/03/Panorama-Mensageria-MAR-24.pdf. Acesso em: 6 out. 2026.

MUNDO DO MARKETING. Metade dos brasileiros querem se comunicar com marcas em apps de mensagens. Mundo do Marketing, 20 jun. 2024. Disponível em: https://mundodomarketing.com.br/metade-dos-brasileiros-querem-se-comunicar-com-marcas-em-apps-de-mensagens. Acesso em: 6 out. 2026.

NOSSO MEIO. Vendas online aceleram no Brasil e projeção é de R$ 259,8 bi em 2026. Nosso Meio, 23 fev. 2026. Disponível em: https://nossomeio.com.br/vendas-online-aceleram-no-brasil-e-projecao-e-de-r-2598bi-em-2026/. Acesso em: 6 out. 2026.

O HOJE. 139 milhões de brasileiros compram pela internet e mercado digital cresce. O Hoje, 15 set. 2026. Disponível em: https://ohoje.com/2026/09/15/139-milhoes-de-brasileiros-compram-pela-internet-e-mercado-digital-cresce/. Acesso em: 6 out. 2026.

PEREIRA, Gabriel. Pix bate recorde diário de transações. Lets Money, 7 set. 2026. Disponível em: https://www.letsmoney.com.br/noticias/pix-recorde-diario-transacoes/. Acesso em: 6 out. 2026.

PEREIRA, Gabriel. Pix responde por 54,7% das transações no Brasil no segundo semestre de 2025. Lets Money, 8 abr. 2026. Disponível em: https://www.letsmoney.com.br/noticias/pix-547-transacoes-brasil-segundo-semestre-2025-banco-central. Acesso em: 6 out. 2026.

SEBRAE. De GPS a ChatGPT: maioria dos pequenos negócios abraça a inteligência artificial para aumentar resultados. Agência Sebrae, 25 jun. 2025. Disponível em: https://agenciasebrae.com.br/inovacao-e-tecnologia/de-gps-a-chat-gpt-maioria-dos-pequenos-negocios-abraca-a-inteligencia-artificial-para-aumentar-resultados/. Acesso em: 6 out. 2026.

SEBRAE. Operação digital está concentrada em apenas uma pessoa nos pequenos negócios, aponta pesquisa inédita. Agência Sebrae, 29 jul. 2026. Disponível em: https://agenciasebrae.com.br/dados/operacao-digital-esta-concentrada-em-apenas-uma-pessoa-nos-pequenos-negocios-aponta-pesquisa-inedita/. Acesso em: 6 out. 2026.

SEBRAE. WhatsApp se consolida nas vendas on-line enquanto Facebook e lojas próprias perdem fôlego. Agência Sebrae, 16 abr. 2026. Disponível em: https://agenciasebrae.com.br/dados/whatsapp-se-consolida-nas-vendas-on-line-enquanto-facebook-e-lojas-proprias-perdem-folego/. Acesso em: 6 out. 2026.

STOQUI. Catálogo online grátis para vender no WhatsApp. Stoqui, 2026. Disponível em: https://www.stoqui.com.br/catalogo-digital. Acesso em: 6 out. 2026.

STOQUI. Checkout pelo WhatsApp. Stoqui, 2026. Disponível em: https://www.stoqui.com.br/recursos/checkout-pelo-whatsapp. Acesso em: 6 out. 2026.

WHATSAPP. Ads in Status and Channels. WhatsApp Business, 2025. Disponível em: https://whatsappbusiness.com/whatsapp-ads/. Acesso em: 6 out. 2026.

WHATSAPP. WhatsApp Business Messaging Policy. WhatsApp, 2026. Disponível em: https://business.whatsapp.com/policy. Acesso em: 6 out. 2026.

Este guia foi produzido pela equipe do Stoqui, que atende mais de 40 mil lojistas no Brasil. Os dados vêm de fontes públicas listadas nas referências, consultadas em outubro de 2026. Os números do Stoqui são declarações da empresa. Preços, regras e funcionalidades podem ter sido atualizados desde a publicação.

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